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Ponencias :: ESOCITE 2010 // VIII JORNADAS LATINOAMERICANAS DE ESTUDIOS SOCIALES DE LA CIENCIA Y TECNOLOGÍA

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TECNOLOGIAS SOCIAIS: APLICAÇÕES E LIMITES DO CONCEITO EM PROJETOS DE ENGENHARIA

Celso Alexandre Souza de Alvear; Alan Tygel; Vicente Nepomuceno; Flavio Chedid; Felipe Addor; Maurício Dwek

Soltec/UFRJ, Av. Athos da Silveira Ramos 149 - Bloco B - sala ABC112 - Cidade Universitária - Rio de Janeiro - RJ - CEP 21941-909, 2562-7780 / 8881-0239, celsoale@gmail.com, Tecnologia Social.

RESUMEN
O conceito de tecnologia social vem sendo construído com disputas no campo teórico e prático no Brasil. Alguns núcleos de pesquisa trabalham com uma abordagem marxista, ressaltando os aspectos de uma tecnologia voltada para a construção de um outro Modo de Produção, mais próximo do socialista. A Rede de Tecnologia Social, maior movimento nesse campo no país, formada por atores do poder público e da sociedade civil, define um conceito mais amplo, e que permite incorporar diversas experiências que não possuem uma abordagem tão transformadora e de ruptura com o status quo. Há também perspectivas que dão maior ênfase ao princípio da construção coletiva por atores sociais, e apropriada a suas realidades e seus territórios. Por diversas vezes, essa discussão é colocada no campo teórico, numa disputa abstrata sobre os conceitos e definições, mas que não é extrapolada para a aplicação dos conceitos em projetos concretos. Dessa forma, a teoria fica distante da prática e recai em um idealismo, não conseguindo explicar de forma satisfatória experiências tangíveis. Nesse artigo, defendemos que o aspecto principal para a consolidação de novas tecnologias que apoiem a construção de uma sociedade mais justa e igualitária é a coletivização de seu processo de produção e da sua gestão. Nossa tese é que a efetiva transformação do modelo tecnológico vigente passa pelo envolvimento, desde o início da construção tecnológica, dos atores que irão utilizá-la e/ou que serão impactados por suas aplicações. Como a engenharia possui como característica central o desenvolvimento de tecnologias e artefatos, para trazer a discussão à realidade da prática, analisamos casos concretos de projetos de engenharia que de alguma forma buscam promover uma construção e uma gestão coletivas de tecnologias voltada para atores sociais excluídos. Dentre os projetos analisados, destacamos: o desenvolvimento de um portal comunitário voltado para organizações comunitárias e moradores de uma comunidade pobre do Rio de Janeiro; um sistema de informação voltado para apoiar o movimento social da economia solidária e empreendimentos autogestionários; a readequação do processo produtivo e da organização do trabalho em fábricas recuperadas; o desenvolvimento e a aplicação de um motor a óleo de cozinha reciclado e de um aquecedor solar de baixo custo; e, por fim, a organização de um movimento social de trabalhadores da pesca através de uma rede de articulação política. Em cada um desses projetos analisamos como os conceitos de tecnologia social se manifestam nas experiências concretas. Além disso, destacamos como o contexto de cada tecnologia influenciou para construções e adequações diferentes do conceito. Por fim, discutimos quais elementos de Tecnologia Social foram e quais não foram levados em conta no desenvolvimento desses projetos, e quais elementos da Tecnologia Convencional se mantiveram e quais foram abandonados, dentro da perspectiva de diálogo entre os atores envolvidos.



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