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Ponencias :: ESOCITE 2010 // VIII JORNADAS LATINOAMERICANAS DE ESTUDIOS SOCIALES DE LA CIENCIA Y TECNOLOGÍA

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CORPO NA/DA CIÊNCIA: SEDUÇÃO ENTRE O OBSOLETO E A CRIAÇÃO

Vivian Marina Redi Pontin

Universidade Estadual de Campinas Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo – Labjor Prédio da Reitoria V, 3º piso – Cidade Universitária Zeferino Vaz Distrito de Barão Geraldo CEP: 13083-970 – Campinas – SP – Brasil Telefone: (19) 3521-2584 / Fax: (19) 3521-2599 Celular: (19) 8126-3225 vivian_marina@yahoo.com.br

RESUMEN
A positividade direcionada ao corpo na ciência reforça a idéia de que ele é um mero objeto a ser manipulado e apropriado. Fragmentá-lo em pedaços é uma forma para dar conta de minudenciar seu funcionamento, tornando-o apto a viver num mundo, em que a velocidade (instantâneo) e o consumo são exacerbados. Bem como, torna possível sua devida classificação (dos pedaços), transformando o humano num banco de dados, num corpo feito carregador de informações que percorrem os tempos e detalhes. Quais são as suas origens, qual o DNA, qual a porcentagem de cada etnia, quais as chances de desenvolver determinada doença, enfim, todo um aparato pronto e devidamente etiquetado daquilo que é, pretende (não) ser humano. Esse excesso de informações, da sociedade e do próprio indivíduo, refletem um mecanismo de produção e uso da ciência no/do corpo (MONTEIRO, 2004). Divulgam-se a todo instante resultados de pesquisas bem sucedidas (as de fracasso são escondidas) que fazem do corpo humano e inumano objetos analisados, a fim de potencializar e possibilitar um funcionamento ideal, o que significa em última instância um prolongamento da vida. A ciência, como elucidativa e detentora da verdade, somada à velocidade e à exacerbação da tecnologia percebem no corpo humano o obsoleto, protagonizando uma (re)invenção de um corpo que não é somente humano, mas repleto de elementos tecnológicos (materiais ou não), superando-o e manipulando-o a ponto de torna-lo criação (MONTEIRO, 2004). Assim, desde a dissecação anatômica, que desvela e mostra o corpo de dentro para fora, até o agora, que percorre esse dentro nanotecnologicamente, essa invasão do corpo serve socialmente para o seu controle político e ideológico. Inclusive colocando em suspensão as noções de identidade e do que é corpo (ou não). Dentro de toda essa discussão escolhemos analisar as obras – Encuentro e La sombra – da artista Remédios Varo Uranga [(1908-1963) é uma pintora surrealista espanhola. Viveu no México, onde afirmou-se e participou ativamente enquanto artista. Sua obra é um misto de poesia, detalhamentos, inversão de planos, texturas, cores, fantasia, imagem, tempo, aparência, (re)(a)presentação], como formas de artefatos culturais que fogem, ou tentam fugir a lógica representacional. Valendo-se da filosofia pós-estruturalista de Gilles Deleuze e José Gil, bem como das contribuições da antropóloga Maria Paula Sibilia sobre como a tecnociência incide diretamente no corpo e nos modos de ser, dentro das relações de biopoder foucaultianas. Essa pesquisa integra uma mais ampla do mestrado em Divulgação Científica e Cultural, que se propõe, através dos artefatos culturais (exposição de arte, fotografia, poesia, pintura etc.), resistir à representação, coisificação-fetichização corpórea e a denuncia a submissão da sociedade à ciência e tecnologia ou/e/versus o fascínio imagético do poder que ambas exercem através da sedução, impulsionadas pela aparência-representação (VIEIRA, 2003).

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